Como vai saber que existe dois carro na família? Cruzamento de dados seria insano... Pois precisará relacionar o banco de dados receita federal (família declarada e cpf) com dos Detrans do Brasil. Sem falar nas famílias que não são declaradas para RF.
Não, mas como isso é computado para gerar o boleto? Casais casados no papel? Auto declaração? União estável? "Fácil" burlar.
Gostei da ideia de não isenção, carros mais antigos gastam mais, poluem mais e vão pagar menos ou serem isentos? Creio que isso é uma atitude anti sustentável. Poderia ser calculado com base na renda da pessoa, comparado a programas sociais.
O cara tem uma Corsa pra ir trabalhar, a esposa um Onix e o filho um Uno, nisso ele se fode pagando uma % altíssima. Ai o cara que tem uma SW4 de meia milha paga o mínimo.
Tiraria o imposto sobre propriedade e colocaria no combustível. Andou muito, paga muito. Andou nada, paga nada. Não usa combustível, percentual do valor venal do carro.
Claro que paga, mas você sabe que o estado não iria deixar de arrecadar, logo alguém teria que cobrir o rombo daqueles que não iriam pagar, ou pagariam o mínimo. Nisso cai em quem roda mais, que são justamente os caminheiros com os fretes, e sabemos que caminhão tem uma média bem baixa por litro. Eles rodando mais, com médias pífias iriam pagar muito além do que pagam hoje.
Carro até 100k isento, e ir subindo gradualmente a % conforme valor do carro. Usaria algum índice pra ir aumentando as faixas, pra não ficar defasado igual o IR. Quem tem carro de 500k consegue muito bem pagar 8% de IPVA.
1% do valor de compra no primeiro ano, nos demais anos aumento de 1% baseado na FIPE com o teto de 5% até a extinção do bem. Tornaria o imposto vinculante, 50% para infraestrutura de ruas e estradas e 50% para subsidiar o transporte público. O imposto é recolhido onde o veículo se encontra não onde é registrado.
Sendo um país de extremos, juro que a solução mais socialmente justa é manter da forma que está. E excluir as isenções para elétricos que estão beneficiando só a classe alta.
Na verdade é ANFAVEA ja agiu sobre isso... ja colocou imposto e continua tentando sacanear mais veiculos elétricos.
Ps: tem veiculo eletrico de classe média pra todo lado ja. Um Creta, compass ou corolla croissant custa 200 mil. Sao carros de classe média. Tem diversos elétricos ate esse valor.
Seria uma opção. Mas o que eu vejo de gente que não declara nada do que recebe é um absurdo. Praticamente todos os profissionais liberais de auto gabarito sonegam o que recebem.
Ia sobrar só para os funcionários públicos e celetistas pagar pelas contas.
Sou a favor de usar múltiplos fatores / variáveis:
- Peso do carro: quanto mais pesado, maior a possibilidade de causar danos no asfalto (que já é ruim)
- Itens de segurança: quanto mais itens de segurança, mais barato (gera menos gastos públicos com SUS, acidentes de trânsito)
- Itens ambientalmente corretos: uso de itens que reduzem poluição.
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Minha ideia:
Famílias que tem até 1 veiculo 1% do valor da fipe.
Famílias com 2 veículos pagam 1% do mais barato e 3% no mais caro.
Famílias com 3 ou mais pagam 3% no mais caro e 2% de cada um dos outros.
A cada 10 anos que o veiculo tem, o valor da fipe sobe 1% até o limite de 5% (colecionar carro caro é pra quem tem dinheiro, se vire).
Ahhh e empresas de locação 5% desde o inicio. Acabar a mamata desses que ajudaram a inflação os preços.
Melhorem, piorem, discutam...
editado em 5 de mar. de 2026 16:28Seria mais justo?
Defina o conceito de "família", por favor.
Justo... Casal e seus dependentes, to esquecendo algo?
Como vai saber que existe dois carro na família? Cruzamento de dados seria insano... Pois precisará relacionar o banco de dados receita federal (família declarada e cpf) com dos Detrans do Brasil. Sem falar nas famílias que não são declaradas para RF.
Esse cruzamento de dados ta cada dia mais perto... inclusive com pix e tudo mais. Acho q nos próximos 5 a 10 anos ta tudo interligado.
Não, mas como isso é computado para gerar o boleto? Casais casados no papel? Auto declaração? União estável? "Fácil" burlar.
Gostei da ideia de não isenção, carros mais antigos gastam mais, poluem mais e vão pagar menos ou serem isentos? Creio que isso é uma atitude anti sustentável. Poderia ser calculado com base na renda da pessoa, comparado a programas sociais.
O cara tem uma Corsa pra ir trabalhar, a esposa um Onix e o filho um Uno, nisso ele se fode pagando uma % altíssima. Ai o cara que tem uma SW4 de meia milha paga o mínimo.
Tem um ponto... repensando como incluir esse erro. Alguma sugestão?
Se a soma do valor venal for até R$ 150K aplica-se a regra 2 (Famílias com 2 veículos pagam 1% doS mais baratoS e 3% no mais caro.)
Tiraria o imposto sobre propriedade e colocaria no combustível. Andou muito, paga muito. Andou nada, paga nada. Não usa combustível, percentual do valor venal do carro.
Em 15 anos vc zerou a arrecadação. Byd dolphin mini acaba de ser o mais vendido no varejo do brasil. Acho q n da certo.
Não usa combustível, percentual do valor venal.
Valor do frete ia disparar, e a conta não ia ser dono de transportadora nem de caminhão que iria pagar. Você sabe quem iria.
É uma substituição de imposto. Não é para gerar arrecadação extra para o estado. O custo final é o mesmo.
Não é o mesmo não, no modelo atual quem não tem carro não paga IPVA, no modelo que você propôs, mesmo quem não tem carro vai pagar o IPVA.
Desde quando caminhão não paga ipva?
Claro que paga, mas você sabe que o estado não iria deixar de arrecadar, logo alguém teria que cobrir o rombo daqueles que não iriam pagar, ou pagariam o mínimo. Nisso cai em quem roda mais, que são justamente os caminheiros com os fretes, e sabemos que caminhão tem uma média bem baixa por litro. Eles rodando mais, com médias pífias iriam pagar muito além do que pagam hoje.
Vejo por um lado diferente. O diesel poderia ter um valor menor do que os demais combustíveis. Isso incentivaria o uso do transporte público.
Demitiria e extinguiria os cargos de todos os funças que não fossem absolutamente essenciais, e só então começaria a fazer as contas.
Não zera...
0,0000000000000000000000000000000000000000000001% de imposto sobre 1% do valor Fipe.
IPVA poderia ser descontado nos pedagios e ser gratuito para bons veículos sem multa ou que troque pneus regularmente com reciclagem do antigo.
A mesma faixa pra carros de passeio é muito genérica. O percentual deveria ser diferente por de valor e/ou consumo.
Carro até 100k isento, e ir subindo gradualmente a % conforme valor do carro. Usaria algum índice pra ir aumentando as faixas, pra não ficar defasado igual o IR. Quem tem carro de 500k consegue muito bem pagar 8% de IPVA.
Aumentaria o imposto das concessionárias de pedágio e reduziria o que desse no IPVA.
Desculpa, mas de onde vc tirou que o Estado **QUEBRA** se não arrecadar mais os impostos do IPVA?
1% do valor de compra no primeiro ano, nos demais anos aumento de 1% baseado na FIPE com o teto de 5% até a extinção do bem. Tornaria o imposto vinculante, 50% para infraestrutura de ruas e estradas e 50% para subsidiar o transporte público. O imposto é recolhido onde o veículo se encontra não onde é registrado.
editado em 5 de mar. de 2026 17:41Sendo um país de extremos, juro que a solução mais socialmente justa é manter da forma que está. E excluir as isenções para elétricos que estão beneficiando só a classe alta.
Essa isenção só vai durar até a classe média começar a conseguir adquirir veículo elétrico, vai vendo…
Na verdade é ANFAVEA ja agiu sobre isso... ja colocou imposto e continua tentando sacanear mais veiculos elétricos.
Ps: tem veiculo eletrico de classe média pra todo lado ja. Um Creta, compass ou corolla croissant custa 200 mil. Sao carros de classe média. Tem diversos elétricos ate esse valor.
Tributa só a renda. O carro é comprado com renda. Pra quê tributar o bem? Tributa a renda seja qual for
Seria uma opção. Mas o que eu vejo de gente que não declara nada do que recebe é um absurdo. Praticamente todos os profissionais liberais de auto gabarito sonegam o que recebem.
Ia sobrar só para os funcionários públicos e celetistas pagar pelas contas.
Acabar com dinheiro fisico... depois é só amarrar todos os sistemas.
Sou a favor de usar múltiplos fatores / variáveis:
- Peso do carro: quanto mais pesado, maior a possibilidade de causar danos no asfalto (que já é ruim)
- Itens de segurança: quanto mais itens de segurança, mais barato (gera menos gastos públicos com SUS, acidentes de trânsito)
- Itens ambientalmente corretos: uso de itens que reduzem poluição.