A Garmin não abandonou totalmente os displays transflectivos (tecnologia MIP -
Memory-in-Pixel), mas mudou seu foco principal para as telas AMOLED na maioria de suas linhas premium e intermediárias (como Fenix 8, Forerunner 265/965).
Essa mudança estratégica se deve a fatores de mercado, concorrência e evolução tecnológica:
Competição com Smartwatches: Para competir com relógios como o Apple Watch Ultra e Samsung Galaxy Watch, que possuem telas vibrantes, a Garmin precisou de displays de alta resolução e cores vivas, algo que o AMOLED oferece melhor que o MIP.
Melhoria na Qualidade de Visualização: Telas AMOLED oferecem muito mais contraste, nitidez e cores vibrantes, facilitando a visualização de mapas detalhados e gráficos, especialmente em interiores ou locais de pouca luz, áreas onde o MIP era mais fraco.
Bateria quase equivalente: O maior argumento de venda do MIP era a bateria. No entanto, os novos painéis AMOLED e a eficiência dos processadores atuais fizeram com que a diferença de bateria entre as tecnologias se tornasse menor, permitindo dias de uso contínuo mesmo com telas brilhantes.
Preferência do Consumidor: A maioria dos usuários prefere relógios com aparência de smartphone, com telas "bonitas" e alta resolução, em vez de displays foscos e de baixa resolução, que lembram calculadoras antigas.
Produção de Componentes: Relatos indicam que a produção de displays MIP de alta qualidade está diminuindo, tornando a tecnologia AMOLED mais competitiva financeiramente.
Já tive 3 relógios Garmin’s, 4 incluindo o GPS e isso nunca aconteceu. É verdade que a bateria não tem o mesmo desempenho que antes mas nada que o impeça de usá-lo cotidianamente, como uma bateria de iPhone. Provavelmente vai se trocar de relógio bem antes disso acontecer.
Atenção!
Você precisa estar logado para compartilhar promoções e avalições!
Atenção!
Você precisa estar logado para comentar ou responder!
nao entendo porque abandonaram aquele display transflectivo
Pesquisei para você :
A Garmin não abandonou totalmente os displays transflectivos (tecnologia MIP -
Memory-in-Pixel), mas mudou seu foco principal para as telas AMOLED na maioria de suas linhas premium e intermediárias (como Fenix 8, Forerunner 265/965).
Essa mudança estratégica se deve a fatores de mercado, concorrência e evolução tecnológica:
Competição com Smartwatches: Para competir com relógios como o Apple Watch Ultra e Samsung Galaxy Watch, que possuem telas vibrantes, a Garmin precisou de displays de alta resolução e cores vivas, algo que o AMOLED oferece melhor que o MIP.
Melhoria na Qualidade de Visualização: Telas AMOLED oferecem muito mais contraste, nitidez e cores vibrantes, facilitando a visualização de mapas detalhados e gráficos, especialmente em interiores ou locais de pouca luz, áreas onde o MIP era mais fraco.
Bateria quase equivalente: O maior argumento de venda do MIP era a bateria. No entanto, os novos painéis AMOLED e a eficiência dos processadores atuais fizeram com que a diferença de bateria entre as tecnologias se tornasse menor, permitindo dias de uso contínuo mesmo com telas brilhantes.
Preferência do Consumidor: A maioria dos usuários prefere relógios com aparência de smartphone, com telas "bonitas" e alta resolução, em vez de displays foscos e de baixa resolução, que lembram calculadoras antigas.
Produção de Componentes: Relatos indicam que a produção de displays MIP de alta qualidade está diminuindo, tornando a tecnologia AMOLED mais competitiva financeiramente.
o que se faz com um garmin quando a bateria "vicia"? eh possivel substituir?
Já tive 3 relógios Garmin’s, 4 incluindo o GPS e isso nunca aconteceu. É verdade que a bateria não tem o mesmo desempenho que antes mas nada que o impeça de usá-lo cotidianamente, como uma bateria de iPhone. Provavelmente vai se trocar de relógio bem antes disso acontecer.